Branquinha

por Carlos Villa Verde publicado 15/04/2015 15h59, última modificação 15/04/2015 15h59

A história não registra muitas informações sobre as origens do município de Branquinha. Os documentos e demais informações foram destruídos por uma enchente do rio Mundaú, que corta a cidade, na cheia de 1949 quando a prefeitura municipal foi parcialmente inundada. 

Os historiadores conseguiram resgatar que a colonização da cidade começou por volta de 1870. Moradores recém-chegados de outras regiões foram instalando pequenos  sítios. O lugar foi crescendo às margens do rio Mundaú. 

O progresso da região foi impulsionado a partir de 1955, quando lideranças locais começaram a lutar pela emancipação política. Nomes como Pedro Temóteo Filho, Manoel Gomes Peixoto e Emílio Elizeu Maia de Omena faziam parte desse grupo. Só em 1962, através de uma lei, é que o município conseguiu a emancipação, sendo desmembrado de Murici. 

O rio Mundaú provocou, depois de 1949, outras enchentes. A cidade já foi reconstruída algumas vezes e, por isso, a zona urbana não tem um desenvolvimento crescente. 

Embora seja um município sem atrativos turísticos naturais, Branquinha chama a atenção de visitantes por conta da animada programação de festividades, garantida pela animação de sua população em boa parte do ano. Em janeiro, acontece a festa do padroeiro, São Sebastião (dia 20); fevereiro, um dos carnavais mais animados da região da Mata Alagoana; a Emancipação Política (18 de maio); os festejos juninos e ainda o Festival da Batida, onde a iguaria é apreciada em diversos sabores (realizado entre os meses de novembro e dezembro).

Dados do Município

Situação Geográfica: Microrregião da Mata Alagoana, limites com União dos Palmares, Capela e Murici. 101 metros acima do nível do mar.

Área: 166,148 km²

Clima: Temperado. Máxima de 34° C e mínima de 20° C.

População estimada 2014: 10.783 habitantes.

Eleitorado: 7.409 eleitores.

Prefeita: Ana Renata da Purificação Moraes (PMDB) (2013-2016).