Coqueiro Seco

por Carlos Villa Verde publicado 15/04/2015 16h29, última modificação 15/04/2015 16h29

Situado às margens da Lagoa Mundaú, Coqueiro Seco tem seu nome originário dos encontros frequentes de mercadores e viajantes à sombra de um coqueiro de palhas queimadas diferenciado dos demais, onde eram realizados grandes negócios.  

Conta a história que alguns anos depois chegaram à região vários missionários da ordem dos franciscanos, que se encantaram com a topografia do lugar, que apresentava planos altos e baixos, mudando sua denominação para Monte Santo. Acostumados com o antigo nome da cidade, os habitantes ignoraram os franciscanos e mantiveram o nome de Coqueiro Seco. O único registro histórico encontrado diz respeito à construção da igreja, que continua até hoje como a matriz da padroeira, Nossa Senhora Mãe dos Homens, construída no século XVII pelo português José Cabral. 

No censo realizado em 1950 pelo IBGE, Coqueiro Seco foi mencionado como vila de Rio Largo, com uma população de 1.667. Quando Satuba foi elevada à condição de município autônomo em 20 de agosto de 1960, Coqueiro Seco passou a pertencer a seu território, ainda como vila. Apenas em 1962, a cidade foi emancipada politicamente, instalando oficialmente sua autonomia administrativa em 24 de novembro, por força da lei 2.463, de 23 de agosto. 

Coqueiro Seco tem na Lagoa Mundaú  com 4 km de extensão (em linha reta) até Maceió seu maior acidente geográfico e sua principal atração turística. As histórias de pescadores contadas pelos antigos também são atração à parte. Destaque também para a tradicional festa da padroeira, realizada no mês de janeiro.

Dados do Município

Situação Geográfica: Microrregião de Maceió, limites com Santa Luzia do Norte, Marechal Deodoro, Maceió e Lagoa Mundaú. 5 metros acima do nível do mar.

Área: 39,730 km²

Clima: Temperado. Máxima de 28° C e mínima de 16° C

População estimada 2014: 5.844  habitantes

Eleitorado: 4.114 eleitores

Prefeito: Renato Tadeu Fragoso e Silva (PTB) (2013-2016).